Turistas do Rio de Janeiro conhecem café de Araponga

Data: 2/6/2008

Autor: José Antônio



Entre os dias 22 e 24 de maio de 2008, a Fazenda Braúna (www.braunacoffee.com), a Pousada Serra D’agua (www.pousadaserradagua.com.br) e a Cabana Aldeia da Vida (www.cavalgadaaldeiadavida.com.br) receberam dez turistas do Rio de Janeiro com uma programação especial.


O grupo, em sua maioria formado por baristas e pessoas que exercem atividades relacionadas à profissão, teve a oportunidade de conhecer a lavoura do nobre café Braúna e todo o processo de produção: da seleção dos grãos para o plantio até a fase final quando é colocado à disposição do consumidor.
O Café Braúna é produzido há quase um século pela família Mattos, proprietária da Fazenda Braúna, eleita pela Illy Café em 2008 “a melhor do Brasil em café de qualidade”.

 

Curiosidades

  • Barista é o profissional especializado em cafés de alta qualidade (cafés especiais), cujo principal objetivo é alcançar a "xícara perfeita". Também trabalha criando novos drinks baseados em café, utilizando-se de licores, cremes, bebidas alcoólicas, entre outros.
  • Em 24 de Maio se comemora o Dia Nacional do Café.
  • Illy Café é uma das mais tradicionais empresas do mundo em cafés especiais.


Cavalgada da Pousada Serra D’agua até a Cachoeira do Piu

 

A equipe da Cabana Aldeia da Vida organizou uma cavalgada para que o grupo pudesse desfrutar das belas paisagens e cachoeiras do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, nos municípios de Araponga e Fervedouro.
A alegria e a descontração foram constantes e a total integração proporcionou momentos especiais durante o percurso.

 

Momentos ímpares

 

Cláudia Venuto, montando o cavalo Itaipé: a felicidade da Amazona ao passar pela trilha da aventura com leveza, descobrindo suas novas habilidades e superando medos, repetidamente pronunciava com entusiasmo a frase: “se eu contar para o meu marido Marcos ele vai duvidar. Já fui uma mulher medrosa, mas a partir deste momento sou uma mulher destemida. Estou feliz com esta aventura.”

 

Ao chegar à Cachoeira do Piu apostamos que ela voltaria no carro de apoio. Erramos!

 

Ela era a mais animada no retorno. O Itaipé que o diga.

 

Artur Amaral, montando o cavalo Salazar: estilo ator global, apresentou-se um exímio cavaleiro. Acreditamos que a prática constante de ioga e a marcha macia do Salazar tenham contribuído para amenizar a dor muscular.

 

Jacqueline Pires, montando o cavalo Apache/Maiado: a esposa do Artur brilhou! Com desenvoltura pouco vista

em grupo de Amazonas na primeira cavalgada, bateu em retirada por diversas vezes.

Casal indicado para trabalhar como dublê em filmagens na região de Friburgo/RJ.

 

Stefano Machi, montando o cavalo Garoto: pessoa sensível e sonhadora, o cavaleiro deu um verdadeiro show mostrando-se um autêntico ítalo-brasileiro. Porém, informações extra-oficiais dão conta de que não faltou dor muscular.

 

Fernanda Chaves, montando a égua Santinha: a harmonia e a interação entre Amazona e animal explicam-se pela experiência do passeio em búfalos realizado na Ilha de Marajó/PA.

 

Emílio Rodrigues, montando o cavalo Madruga: um carioca-mineiro. A mistura perfeita proporcionou-lhe o resgate das raízes e o domínio total da situação. Contudo, vale ressaltar que trata-se de pessoa pouco adepta a banho prolongado de cachoeira.

 

Paola Margaretti, montando ??????: amazona de habilidade e humor refinado, somente perdeu ponto por esquecer diversas vezes o nome do seu cavalo.

 

Abelardo Sampaio, montando a égua onda: nordestino que esbanja simpatia e tem medo de água fria. Ao visitar as quedas d’agua da Cachoeira do Piu usou perneira e demais adereços de montaria, protegendo-se contra qualquer gotinha.
 

Registro importante

 

Todos de fina educação manifestaram, de forma singular, respeito, compreensão e interação com a realidade local e provaram que se pode fazer cavalgadas sem exagerar na cachaça e na cerveja.

 

 

Fato marcante

  • Não poderíamos deixar de registrar a presença da Senhora Roberta, a nonna.
  • Foi para todos nós um privilégio conhecer um ser humano de tamanha delicadeza e carisma.
  • Aos 90 anos, é personagem de uma verdadeira história de amor e de dedicação à vida.
  • Uma personagem transcendente que extrapola quaisquer adjetivos que possam qualificá-la, anos- luz a nossa frente em conhecimento, disciplina, coragem e determinação. 
  • À nonna Roberta nosso muito obrigado por nos permitir ouvir a sua história e desfrutar de sua companhia; pelo aperto de mão, abraço, carinho, afeto e pela oportunidade de convivência, ainda que numa curta andança.
  • Que Deus a proteja sempre!

 



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