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Caminhada da Reflexão – um momento de oração

Postado em 02 de abril de 2014

 

18/04 – Sexta-feira da Paixão

9h – Concentração na Capela Ressureição BR-482 Divisa entre Canaã e Araponga

9h15 – Orações

9h30 – Partida Caminhada por trilha sempre entre as divisas de Canaã e Araponga

11h – Parada para lanche e descanso Fazenda do Vicente Lopes – Córrego Barro Branco/São Luiz

14h – Encerramento na Capela da Comunidade de São Luiz

 

Observações:

  1. Cada participante deverá levar seu lanche e água
  2. É uma caminhada de orações e reflexões
  3. Sugerimos utilizar calça, pois alguns trechos da trilha estão com mato alto
  4. Outras informações sobre o roteiro com Uilha Mendes (31) 8494-2109
  5. Haverá carro de apoio para transportar os participantes de São Luiz até Canaã
  6. Evento sem nenhum custo

85ª Cavalgada de Aventura – Parque Estadual Serra do Brigadeiro

Postado em 02 de abril de 2014

 

 

23 cavaleiros de 13 municípios confirmaram inscrição na 85ª Cavalgada de Aventura, confira:

Domingos e Taquinho – Sem Peixe;

Kako, Nelson e Ricardinho – Iapu;

Décio – Moeda;

André Barros, Leonardo Militão,  Vitor Lage,  José Luiz e José Antonio – Belo Horizonte;

Luiz Medeiros – Rodeiro;

Clebio Lopes – Viçosa;

Noraldino Junior – Juiz Fora;

Mundico e Zito – Porto Firme;

Elias Godinho e Patrick – José Raydan;

José Maria de Oliveira – Campos Altos;

Danilo Vieira – Ubá;

Reinaldo Sales – Canaã;

Janin – Pres. Bernardes.

 

As inscrições já se encontram encerradas.
 

A 85ª Cavalgada de Aventura – Parque Estadual Serra do Brigadeiro será realizada entre os dias 11, 12 e 13/04. Confira a programação:


Roteiro

10/04
Pernoite e jantar – Aldeia da Vida

11/04 
7h – Café da manhã
9h – Início da Cavalgada – Cidade de Araponga
10h30 – Lanche e descanço – Comunidade do Pico do Boné (propriedade de Dico Simão)
11h30 – Início da Trilha do Carvão
17h – Encerramento 1º dia – Distrito de Bom Jesus do Madeira – Fervedouro
19h – Jantar e Roda de Viola

12/04
7h – Café da manhã – estilo colonial
8h – Início da Cavalgada via Comunidade do Sapé e Trilha do Cruzeiro
12h – Almoço improvisado
16h – Chegada no Distrito de Dom Viçoso – Ervália
18h – Jantar e Roda de Viola - Escola Família Agrícola

13/04
7h – Café da manhã
8h – Início da Cavalgada
14h – Almoço e encerramento – Aldeia da Vida – Canaã
 

Nível de Dificuldade - Elevado

Investimento – R$ 300,00 (incluindo 3 hospedagens, refeições, lanches, cachaça e tira-gosto)

Observações:

  1. Distância média do percurso – 90 km;
  2. Há previsão de chuva no período, sendo importante levar capa de chuva;
  3. É obrigatória a colocação de ferraduras nos animais;
  4. Cada participante deverá assinar o Termo de Responsabilidade antes do início do evento.
  5. Evento sem fins lucrativos. Visa apenas difundir a prática da Cavalgada Ecológica;
  6. O evento ocorrerá independente das condições climáticas e do número de inscritos.

Depois de caminhar 1070km empurrando uma cadeira de rodas, Zé do Pedal chega a Manaus

Postado em 31 de março de 2014

Ativista começou a caminhada do Caburaí ao Chuí às margens do Rio Uailã, primeiro rio brasileiro no extremo norte.

 

 

Caminhando até 52km por dia, enfrentando chuvas torrenciais e suportando temperaturas de até 40 graus na constante busca de um mundo mais justo e humano baseado na trilogia dos conceitos de igualdade, dignidade e respeito e tentando eliminar barreiras que dificultam à pessoa com deficiência a participarem ativamente da vida social, o ativista mineiro o ativista mineiro, José Geraldo de Souza Castro, Zé do Pedal, 56, membro do Lions Clube de Viçosa, chegou hoje, sábado, a Manaus – AM, em frente ao centenário Teatro Amazonas, depois de percorrer os primeiros 1.070km seu projeto: “Extremas Fronteiras – Barreiras Extremas” (Cruzada pela Acessibilidade). Uma caminhada, de 10.700km, empurrando uma cadeira de rodas, saindo de Uiramutã, Fronteira norte com a Venezuela passando por 20 estados brasileiros: Roraima, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Goiás, Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Após ser recebido por amigos, membros do Lions Clube e pelo Deputado Estadual Chico Preto, Zé do Pedal fez um breve balanço da primeira etapa do projeto: “Estou muito feliz de haver chegado a Manaus dentro do cronograma estabelecido. Comecei, dia 10 de fevereiro, a caminhada, com uma cerimônia simples, que contou com a presença de alguns indígenas da Maloca Uiramutã, às margens do Rio Uailã, primeiro rio brasileiro no extremo norte e haver superado, com certa tranqulidade, os primeiros 10% da caminhada, deixando pra traz a parte mais difícil e complicada da caminhada que era  cruzar pelo menos 60% da área Indígena Raposa Serra do Sol, em estradas de terra, e o pior, os mais de 700km que separam Boa Vista de Manaus no meio da maior floresta tropical do mundo e enfrentando altas temperaturas que me causou um principio de insolação”.

“Um dos principais objetivos da caminhada, entregar aos poderes público municipais projeto-lei de criação do Conselho Municipal dos direitos da pessoa com deficiência vem sendo cumprido à risca e foram entregues nos seguintes municípios: Uiramutã, Mucajaí, Iracema, Caracaraí, Rorainópolis e Presidente Figueiredo. Em Boa vista participei da reunião da Câmara Municipal e durante minha fala cobrei dos vereadores ações que levem às  autoridades executivas daquela capital a destruição das barreiras arquitetônicas que estão espalhadas por toda a cidade. Em uma delas, o maior absurdo: ao final de uma faixa de pedestre existe um muro de quase meio metro de altura”. Finalizou Zé do Pedal, cujo projeto mostrará ao povo brasileiro um erro histórico: o Brasil não vai, como muitos aprenderam na escola, do Oiapoque ao Chui. Senão: Do Caburaí ao Chui. “Em algumas escolas que tenho visitado, os professores de geografia ainda ensinam errado às nossas crianças que os pontos extremos do Brasil, em se tratando de Norte e Sul, são Oiapoque e Chui. Até presidentes cometem o erro. Espero que meu projeto contribua um pouco nessa mudança de informação”.

No decorrer da próxima semana o ativista espera poder usar a tribuna da Assembléia Legislativa do Amazonas e expor aos parlamentares do estado os objetivos da caminhada.

Daqui, Zé do Pedal segue até Belém em barco e depois segue sua jornada pelo litoral até Salvador.

Durante a caminhada, que terá um ano de duração e culminará em fevereiro de 2015, na cidade de Chuí, fronteira Sul do Brasil com Uruguai, serão dados 150 milhões de passos, serão distribuídas cartilhas, em formato digital, sobre a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, e, ao mesmo tempo, em parceria com os Lions Clubes do Brasil e ONGs realizar projetos e palestras em escolas nas comunidades visitadas visando atrair a atenção sobre um dos principais problemas que afetam às pessoas com necessidades especiais: as barreiras arquitetônicas.

De acordo com o ativista, o projeto, tem como objetivo precípuo entregar, nas Câmaras Legislativas dos Municípios a serem visitados, uma proposta de Projeto-Lei sobre Normas de Acessibilidade e outra para a criação de Conselhos Municipais dos Direitos da pessoa com Deficiência e o de conscientizar as pessoas, principalmente aquelas com poderes de decisão, a terem mais respeito com as pessoas deficientes (hoje em dia podem-se ver pessoas em cadeiras de rodas impossibilitadas de entrar em um banco ou setor publico, por falta de rampas de acesso ou de elevadores). E, projetar uma imagem diferente das pessoas com deficiências que não gere pena, senão Igualdade – Dignidade – Respeito, pois apenas eliminando as barreiras arquitetônicas e sociais que dificultam às pessoas deficientes a participarem ativamente em todos os aspectos da vida social teremos um mundo mais justo e mais humano.

Porque Caburai ao Chui?

Com 1.456 metros de altitude, localizado a 325km de Boa Vista, o Monte Caburaí, o ponto mais extremo ao norte de nosso país. Localizado no município de Uiramutã, dentro do Parque Nacional do Monte Roraima faz fronteira com a República Cooperativista da Guiana. Em 1930, o Marechal Cândido Rondon organizou uma expedição ao Monte Caburaí e chegou a afirmar que se tratava do extremo norte do Brasil, mas mesmo assim, aquelas terras permaneceram por muito tempo esquecidas e o brasileiro aprendeu, erradamente, que o Brasil ia do Oiapoque ao Chui.

Na verdade o ponto mais extremo do país não é o cume do Monte Caburaí, mas sim a nascente do rio Uailã, junto às encostas do Caburaí.

 

A idéia do projeto nasceu em junho de 2008, durante a viagem rumo a Johanesburgo, quando, na passagem pela cidade de León, no “Caminho Francês”, da rota de peregrinação de Santiago de Compostela, em um dado momento escutei uma voz feminina dizendo: "No puedo" (não posso). Era uma jovem em uma cadeira de rodas tentando subir um pequeno passeio de 15 cm de altura. “Aquela cena me chocou de uma maneira tal que me fez começar a refletir sobre a situação das pessoas com necessidades especiais no meu País, onde, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE-2000) e do Banco Mundial, existem cerca de 24.5 milhões de portadores de alguma forma de deficiência. Em miúdos, 14,5% da população”.

O projeto buscará, ainda, estimular os municípios a promoverem programas de sensibilização sobre as condições das pessoas com deficiências e os seus direitos; conscientizar a população quanto ao respeito em relação às pessoas fisicamente incapacitadas; fomentar em todos os níveis do sistema educativo o respeito ao direito das pessoas com deficiência; incentivar a sociedade à reflexão sobre a realidade dos deficientes, contribuindo, assim, com a redução do estigma, da discriminação e da marginalização das pessoas com mobilidade condicionada e outras deficiências; sugerir normas técnicas, visando à eliminação de barreiras urbanísticas e arquitetônicas nos edifícios públicos e privados, equipamentos coletivos (banheiros, caixa automático, etc.) e via pública; e, chamar à atenção, ao longo dos 10.700km, sobre as barreiras físico-urbanas encontradas em nossas cidades e injustamente impostas aos deficientes.

Quem é Zé do Pedal

145.000km de pedaladas ao redor do mundo

Fotógrafo, técnico em turismo, ativista social, ambientalista e ciclista, o mineiro de Guaraciaba e cidadão honorário de Viçosa, José Geraldo de Souza Castro, realiza, há 30 anos, inusitadas aventuras ao redor do mundo.

A historia do Zé do Pedal começa em novembro de 1981, quando decidiu viajar do Brasil à Espanha, em bicicleta, para assistir a copa do mundo de futebol “Espanha ‘82”, onde a Seleção brasileira, igual que em Joanesburgo, não teve lá muita sorte. E em uma tarde gris, na cidade de Barcelona, o Brasil caia aos pés da Itália, dando adeus ao sonho do Tetracampeonato. A bordo do transatlântico que o levou de volta ao Rio de Janeiro, Zé do Pedal foi sonhando com uma volta ao mundo em bicicleta. Pronto, a partir dai, não parou mais. Daquele longínquo novembro até hoje, visitou 73 paises em cinco Continentes, percorreu 145.000km a “base de pedaladas”, assistiu a três copas do mundo de futebol, passou por quatro guerras civis, enfrentou chuvas monzonicas, terremotos, sobreviveu a cinco furacões. venceu uma maratona, em Lima, Peru. Visitou ilhas paradisíacas e conheceu os sofrimentos de crianças e adultos em campos de refugiados da guerra do Vietnam. Uma guerra absurda, que ao final só deixou destruição e morte. Conheceu a seca, a fome e a miséria dos povos da África e do povo nordestino. Viu sorrisos de crianças brincando as margens do “Velho Chico” e lágrimas nos olhos do barranqueiro ao ver o leito do rio quase seco. Visitou lugares que marcaram a historia, como: Torres Gêmeas, Pirâmides do Egito, Partenon de Atenas, Torre Eiffel, Taj Mahal, a ponte sobre o Rio Kwai-Ai, Torre de Pisa, e tantos outros. Enfim, suas viagens foram grandes aulas de geografia, historia e, principalmente, uma aula de vida.

As viagens, e os projetos sociais, do Zé do Pedal.

- De bicicleta até a Copa do Mundo (1981/1982) – Saindo do Rio de Janeiro, ele atravessou a América do Sul, Central e do Norte, voou até a Inglaterra e foi pedalando pela Europa até a Espanha. Minutos antes da chegada dos jogadores para a Copa de 1982, chegou de bicicleta em frente à concentração da seleção brasileira. Este fato chamou a atenção de jornalistas do mundo inteiro, fazendo-o ganhar notoriedade no Brasil. Foi neste momento que ele recebeu o apelido de Zé do Pedal.

- Volta ao mundo de bicicleta (1983/1986) – Logo que retornou da Espanha, decidiu dar a volta ao mundo de bicicleta. Nesta viagem, divulgou uma campanha de Combate ao Câncer nos 54 países pelos quais pedalou. O fim da aventura se deu no México, onde novamente assistiu a uma copa do mundo de futebol.

Japão em um velocípede (1985) – Durante a “Volta ao Mundo”, cruzou o País do Sol Nascente em um velocípede infantil, enquanto chamava a atenção da mídia para a condição das crianças na Etiópia.

- De Chuí a Brasília em um velocípede (1987) – Após conhecer o mundo, Zé decidiu viajar pelo Brasil. Optou, novamente, pelo velocípede, ecruzou o Brasil para chamar a atenção dos parlamentares constituintes para as condições sub-humanas das crianças do nordeste.

- América do Sul em uma motocicleta (1996) – Em uma motocicleta, percorreu 8 países da América do Sul: Equador, Peru, Chile, Argentina,Uruguai, Brasil, Paraguai e Bolívia. A viagem foi uma comemoração do seu vice-campeonato de motociclismo no Equador.

- Pedalando no Velho Chico (2002) – Viajou por todo o Rio São Francisco, em um barco tipo pedalinho, de Três Marias (MG) até o Pontal do Peba (AL). Nesta viagem, procurou chamar a atenção do país para a poluição do Rio São Francisco.

- Da Liberdade ao Cristo (2004/2005) – Saindo da estátua da liberdade, em Nova Iorque, Zé tinha o objetivo de chegar ao Rio de Janeiro,percorrendo a costa litorânea das Américas em um barco a pedal. Nesta aventura, buscava alertar a comunidade internacional para a poluição das águas do planeta. Entretanto, na cidade de Dzilam de Bravo, no México, 18 meses depois da partida, sua embarcação sofreu danosirreparáveis ao enfrentar o furacão Rita, impedindo o término da viagem. Dos 23 mil quilômetros programados, pedalou cerca de 10 mil.

- Zé do Pedal 50 anos (2007) – Na comemoração de seus 50 anos, construiu uma embarcação a pedal feita com garrafas pet, um quadro debicicleta encontrado em um lixão e algumas barras de aço. Com ela, realizou uma inusitada travessia da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, para chamar a atenção para a poluição das águas e a importância do Protocolo de Kyoto.

- Extreme World (2008/2010) – Em um kart a pedal, viajou da França até a África do Sul. Nesta aventura, de cerca de 17 mil quilômetros,divulgou uma campanha internacional de combate ao Glaucoma e à Catarata em países pobres.

- Projeto atual: “Extremas Fronteiras, Barreiras Extremas” – Cruzada pela Acessibilidade – É uma caminhada, de 10.700km, dando 150milhões de passos, empurrando uma cadeira de rodas, saindo de Uiramutã, (RR) fronteira norte com a Venezuela, até Chui (RS). Visitando 327 cidades de 20 estados, visando conscientizar o povo brasileiro sobre um dos principais problemas que afetam às pessoas com deficiência: as barreiras arquitetônicas.

Contatos Zé do Pedal: 031-86003001

zedopedal@gmail.com

Saiba mais: www.zedopedal.com.br

www.zedopedal.skyrock.com

 

Dados da caminhada

Projeto: “Extremas Fronteiras, Barreiras Extremas” – Cruzada pela Acessibilidade

O que é: Uma caminhada, empurrando uma cadeira de rodas

Começo: 10 de Fevereiro de 2014 do município de Uiramutã, (RR)

Término: Março de 2015, no município de Chui (RS)

Distância percorrida: 1.070km.

Distância total a ser percorrida: 10.700km